mai 25

Aula Hoje!

Hoje, logo mais às 20hs, nós teremos aula aqui na Casa Poema… venha assistir uma aula conosco! Informações: escola@casapoema.com.br

PilulasElisa (1)

mai 25

O Último Dia

Ainda celebrando nosso querido amigo Paulinho Moska, aí vai uma canção que será muito conhecida de quem já assistiu o “Parem de Falar Mal da Rotina!”… Vale sempre nos perguntarmos: o que faríamos?

mai 25

Túnel do Tempo: Paulinho Moska

Túnel do tempo aqui na Casa Poema, foto de um antigo recital com o nosso grande amigo Paulinho Moska! Somos grandes admiradores de sua poesia! Salve, Paulinho! EscolaPaulinhoMoska

mai 22

Curta Metragem “MON ANIMAL”

Esse curta foi feito por Rodrigo Bernardo, baseado em um conto de Elisa (do excelente livro Contos de Vista). É MUITO LEGAL! Assista, que vale a pena!

mai 21

Artigo

Excelente artigo escrito por Elisa, sobre recentes e trágicos acontecimentos aqui no Rio de Janeiro. Independente de onde no Brasil esteja, é importante ler e compartilhar com amigos… são assuntos que devem ser discutidos.

Já amanheci e caí em prantos, de cara. Coisa que raramente me acontece. Mas foi a reportagem. O garoto brasileiro morador do morro do Dendê relatando o fato que fez com que ele perdesse o irmão: “Nós vimo os helicóptero da policia atirando contra o morro, lá de cima, parecia guerra de verdade. Meu irmão então correu para dentro da padaria, e a polícia foi lá dentro e matou ele. Por que?” Não aguentei, explodi em lágrimas. Que merda. Todo dia morre gente na periferia ou na favela vítima de violência policial! Como assim? Sobrevoar uma comunidade atirando contra ela? De quem foi essa ordem e de que ordem é essa ordem? E que formação policial é essa que não vê que os meninos mortos diariamente nas comunidades são tão importantes quanto o médico assassinado na Lagoa? Parecem que as coisas só ficam sérias quando batem no nosso quintal, parece que quando começa a feder nos condomínios é que nos damos conta da barbaridade que estamos vivendo. A injustiça social é o sistema mais insano que pode existir e certamente põe uns contra os outros. Não nos indignamos quando quem morre é pobre, preto e anônimo. O recente episódio da cidade de Baltimore, nos Estados Unidos, mostra uma indignação violenta e eu não gosto nada de indignação violenta. Mas vejo que nós estamos ainda mais atrasados nesse assunto, porque nem nos indignamos. Quando olhei aquele menino falando na televisão, o menino brasileiro que o Brasil desperdiça, despreza, não conta, doeu em mim como um parente, como filhos da mesma pátria que somos. Não é porque eu sou boazinha não. Nem quero dar uma de boa samaritana, mas é porque é assim mesmo. Me enternece ver uma vida jovem, com potência para ser um dia orgulho do país.
Para pensar uma nova nação temos que cuidar do povo o mais igualitariamente possível. “O mapa da desigualdade” mostra um Brasil absurdamente esquizofrênico em se tratando de distribuição de serviços. Há cidades de médio porte que têm a mesma quantidade de habitantes; só que numa tem 6 teatros e na outra nenhum; e assim segue com hospitais, universidades, escolas. A desigualdade gera as disparidades, e os disparates. É claro que prender menor cada vez menor não é a solução. Não é aconselhável botar meninos que estão em formação junto a bandidos formados. Peço àqueles que querem a diminuição da maioridade como solução, que lutem cobrando do Estado e de outras instituições sociais que cuidem dos meninos antes. Eles são os da evasão escolar, são os filhos maltratados, abusados, que fugiram de casa, são os perdidos. Se forem presos, quando saírem de lá vão aumentar o exército do crime. Até por egoísmo devíamos pensar nisso. Quem vai nos proteger quando eles saírem de lá mais criminosos do que entraram? Por isso, vejo na qualidade da instituição sócio educativa, que cuida dos menores infratores, uma excelente oportunidade para reconduzi-los ou conduzi-los ao caminho da cidadania. Ou fazemos isso ou estaremos alimentando com excelente nutrição o ovo da serpente.

mai 19

Flashback Tuesday!

Quem não gosta de um flashback? Aqui nós temos um super recente, de nossa temporada de UM RECITAL À BRASILEIRA no Teatro do Leblon. Nas fotos com as queridas Beth Carvalho, Ângela Rebello e Solange Padilha.

Elisa, Ângela Rebello, Geovana e Solange Padilha

  Elisa, Ângela Rebello, Geovana e Solange Padilha

Geo, Beth Carvalho e Elisa

Geo, Beth Carvalho e Elisa

mai 18

Hoje tem aula!

Hoje é dia de aula aqui na Casa Poema! Às 20h, na Lagoa. Que tal dar uma passadinha?? Elisa Lucinda e Geovana Pires

mai 18

Dia Internacional Contra a Homofobia

Ontem, dia 17 de Maio, foi o DIA INTERNACIONAL DE COMBATE A HOMOFOBIA. Elisa havia gravado o POEMETO DE AMOR AO PRÓXIMO ano passado e agora estamos disponibilizando no Canal do YouTube da Casa Poema. Que este poema seja uma celebração de AMOR e IGUALDADE!

mai 18

Cântigo Negro

Bom dia! Mais um pedacinho de UM RECITAL À BRASILEIRA pra vocês. Dessa vez a poesia é de José Régio, dita aqui por Elisa e Geovana…

mai 15

Réveillon com Vitor Rodolfo

Da recente temporada de UM RECITAL À BRASILEIRA, com Elisa e Geovana Pires, vem este poema super divertido, da época de O Semelhante. Gravado no Teatro do Leblon. Nós iremos disponibilizar vários poemas desse show para vocês, nos dias próximos. Para assistir mais material de e sobre a Casa Poema, inscreva-se em nosso Canal no YouTube. Compartilhe com amigos e, se quiser saber mais, entre em contato: escola@casapoema.com.br

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